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"O CARTEIRISTA"

"A última diligência da razão é reconhecer que há uma infinidade de coisas que a ultrapassam. Só revela fraqueza se não chegar a reconhecer isso." Blaise Pascal Se todo o homem usasse a sua própria cabeça para pensar, o consenso seria mais fácil de obter. Ora porque a lógica, pura donzela isenta da herança do preconceito, levaria o género humano em suave excursão até à verdade. Ora porque o inconsciente não comete distrações grosseiras como trocar o sinal menos pelo sinal mais , ou a prioridade de uma operação pela inclinação do ponto de vista. E foi assim que o francês Robert Bresson e o americano Samuel Fuller (cineastas fidelíssimos a si mesmos, talvez nada interessados na apreciação mútua), chegaram a discursos algo idênticos quando meteram as mãos no motivo ficcional do carteirismo. As noções de ética (de caução cristã) e patriotismo eram abstrações inabarcáveis para os larápios que protagonizam, respetivamente, “O carteirista” e “Mãos perigosas” (1953). Se eles acabam

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